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Controle de horas e custo por cliente e projeto
"Esse cliente dá lucro?" costuma ser respondido no achismo. Com hora medida, vira conta.
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"Esse cliente dá lucro?" costuma ser respondido no achismo. Com hora medida, vira conta.
E ninguém sabe quanto, porque o tempo gasto com ele nunca foi medido.
O orçamento é baseado em quanto se acha que leva, não em quanto levou das últimas vezes.
Alguém anota num caderno e passa pra planilha no fim do mês, com a memória que sobrou.
Começa e para com um toque, dentro da própria tarefa. Não existe planilha paralela.
A visão ao vivo de quem está com cronômetro rodando e em quê.
Somadas por dia, semana ou mês, com filtro por setor e por loja.
Configurado por colaborador e visível só pra quem tem nível pra isso.
As horas viram dinheiro somado onde interessa decidir: nesse cliente, nesse projeto.
O histórico de quanto levou vira a estimativa do próximo orçamento, em vez do chute.
O cronômetro mostra que um cliente consome o triplo de horas do que paga. A conversa de reajuste passa a ter número, não impressão.
Cada ordem de serviço tem o tempo real medido. A média por tipo de serviço vira a base do orçamento seguinte.
Não precisa ficar com a tela aberta, e há proteção pra ele não ficar rodando esquecido por dias.
Não. O custo por hora é informação restrita aos níveis com permissão pra isso.
Não é ponto eletrônico. É medição de tempo por tarefa, cliente e projeto — serve pra custo e produtividade, não pra jornada legal.
Dá, no projeto: você define as horas orçadas e o sistema mostra o realizado ao lado.
Quatorze dias com tudo liberado. Se preferir, a gente monta a primeira operação junto com você numa conversa de meia hora.